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Como criar um planejamento estratégico que realmente transforma empresas?

O case do Masterboard Club com Fawez Tarbine e a AUDA

Contexto:


O crescimento de uma empresa raramente falha por falta de esforço.Na maioria das vezes, ele falha por falta de clareza.


Na edição 125 do Masterboard Club, um dos principais fóruns executivos do país, líderes e empresários se reuniram para discutir um tema que atravessa empresas de todos os portes:como construir um planejamento estratégico que não fique preso ao PowerPoint — mas transforme decisões, cultura e resultados.


Para conduzir essa reflexão, Fawez Tarbine, CEO da AUDA e membro do Masterboard Club, dividiu o palco com Marcela Zaidem, trazendo uma visão prática, madura e profundamente conectada à realidade das organizações.


O desafio invisível

Apesar de amplamente discutido, o planejamento estratégico ainda é tratado por muitas empresas como:

  • um exercício anual isolado

  • um cronograma rígido

  • ou um documento bonito, mas desconectado da operação


O verdadeiro desafio não estava em falta de ferramentas, mas em algo mais profundo:transformar estratégia em clareza contínua de decisão.

Empresas crescem, mercados mudam, crises surgem — e sem um planejamento vivo, cada decisão importante passa a depender de improviso, intuição solta ou sorte.


A abordagem da AUDA


A contribuição da AUDA partiu de um princípio central:

Planejamento estratégico não elimina incertezas.Ele cria clareza para decidir bem, mesmo diante delas.

Durante o encontro, Fawez conduziu uma leitura estratégica que reposicionou o planejamento como um sistema vivo, estruturado em quatro pilares fundamentais:


  • Análise profunda de cenário, integrando ambiente interno e externo

  • Definição clara de prioridades reais, evitando dispersão estratégica

  • Estratégia aplicada, com metas mensuráveis, responsáveis definidos e indicadores claros

  • Rituais de acompanhamento, capazes de transformar plano em prática cotidiana


Ferramentas como SWOT, 5 Forças de Porter, OKRs, KPIs e benchmarking foram abordadas não como fórmulas prontas, mas como instrumentos de consciência organizacional, desde que alimentadas por dados reais e escuta ativa da operação.


O ponto de virada

O principal shift provocado no encontro foi conceitual — e decisivo:

Planejamento não é prever o futuro.É criar coerência suficiente para atravessá-lo.


Ao longo das discussões, ficou claro que empresas maduras não buscam planos perfeitos, mas sim direção clara, capacidade de adaptação e alinhamento coletivo.


Como reforçado por Fawez:

“Planejar é criar clareza, não eliminar incertezas.É ter um norte claro para decidir, mesmo diante do inesperado.”

Esse entendimento muda completamente a relação da liderança com a estratégia:menos controle ilusório, mais consciência, responsabilidade e foco.


Resultados percebidos:


O encontro gerou impactos claros na forma como os participantes passaram a enxergar o planejamento estratégico:

  • Maior clareza sobre o papel do planejamento como ferramenta de decisão

  • Consciência dos riscos de excesso de metas e falta de priorização

  • Entendimento da importância de rituais de acompanhamento contínuos

  • Reforço da necessidade de engajar times na construção — e não apenas na comunicação — da estratégia

  • Mudança de mentalidade: do planejamento como evento para o planejamento como processo


A estratégia deixou de ser vista como um documento e passou a ser entendida como uma prática viva de liderança.

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